Sat chakra de janeiro

Escrito em 18/1/2010

Na próxima quarta-feira participe do nosso tradicional sat chakra, círculo de mentalização. Será dia 20/01.

Como sempre contaremos com muita energia, gente animada, comidinhas, mantras, mesa bem arrumada, flores, bolos…

Nesse mês ainda vamos cantar parabéns para vários de nossos alunos, e para a querida instrutora Elimara Lima. Eba!

Contamos com a sua participação.

Sucesso!

Escrito em 16/1/2010

O grupo de flexibilidade de ontem estava repleto de pessoas bonitas e de bem com a vida. Quem pode participar, com certeza aproveitou bastante. Fique atento às nossas atividades de aperfeiçoamento e participe sempre que puder!

Evidências da existência do Yôga Primitivo

Escrito em 15/1/2010

NADA NASCE JÁ CLÁSSICO

Em nossos estudos e mais de 20 anos de viagens à Índia detectamos um erro gravíssimo cometido pela maior parte dos autores de livros e pelos professores de Yôga. Declaram eles com freqüência que o Yôga mais antigo é o Yôga Clássico, do qual ter-se-iam originado todos os demais. É muito fácil provar que estão sofrendo de cegueira paradigmática. Para começo de conversa, nada nasce já clássico. A música não surgiu como música clássica. Primeiro nasceu a música primitiva que foi origem de todas as outras até que, muito tempo depois, apareceu a música clássica. A dança é outro exemplo eloqüente. Primeiro surgiu a dança primitiva que deu origem a todas as outras modalidades e precisou consumir milhares de anos até chegar a um tipo chamado dança clássica. Nada nasce já clássico. E assim foi com o Yôga. Inicialmente, nasceu o Yôga Primitivo, Pré-Clássico, pré-ariano, pré-vêdico, proto-histórico. Ele precisou se transformar durante milhares de anos para chegar a ser considerado Yôga Clássico. Provado está que o Yôga Clássico não é o mais antigo, conseqüentemente, não nasceram dele todos os demais – o Pré-Clássico, por exemplo, não nasceu dele.

Além dessa demonstração, nas escavações em diversos sítios arqueológicos foram encontradas evidências de posições de Yôga muito anteriores ao período clássico; e textos que precederam essa época já citavam o Yôga.

É interessante porque, ao mesmo tempo em que todos os autores afirmam que o Yôga tem mais de 5000 anos de existência, a maioria declara que o Yôga mais antigo é o Clássico, o qual foi surgir apenas no século terceiro antes da Era Cristã, criando uma lacuna de 3000 anos, o que constitui incoerência, no mínimo, em termos de matemática!

Mas como doutos escritores e Mestres honestos puderam cometer um erro tão primário?

Acontece que a Índia foi ocupada pelos áryas, cujas últimas vagas de ocupação ocorreram em cerca de 1500 a.C. Isso foi o golpe de misericórdia na Civilização Harappiana, de etnia dravídica. Conforme registraram muitos historiadores, os áryas eram na época um povo nômade guerreiro sub-bárbaro. Precisou evoluir mil e quinhentos anos para ascender à categoria de bárbaro durante o Império Romano. A Índia foi o único país que, depois de haver conquistado a arte da arquitetura, após a ocupação ariana passou séculos sem arquitetura alguma, pois seus dominadores sabiam destruir, mas não sabiam construir, já que eram nômades e viviam em tendas de peles de animais.

Como sempre, “ai dos vencidos”. Os arianos aclamaram-se raça superior (isto lembra-nos algum evento mais recente envolvendo os mesmos arianos?) promoveram uma “limpeza étnica” e destruíram todas as evidências da civilização anterior. Essa eliminação de registros foi tão eficiente que ninguém na Índia e no mundo inteiro sabia da existência da Civilização Harappiana, até o final do século XIX, quando o arqueólogo inglês Alexander Cunningham começou a investigar umas ruínas em 1873. Por isso, as Escrituras hindus ignoram o Yôga Primitivo e começam a História no meio do caminho, quando o Yôga já havia sido arianizado.

Tudo o que fosse dravídico era considerado inferior, assim como o fizeram nossos antepassados europeus ao dizimar os aborígines das Américas e usurpar suas terras. O que era da cultura indígena passou a ser considerado selvagem, inferior, primitivo, indigno e, até mesmo, pecaminoso e sacrílego. Faz pouco menos de quinhentos anos que a cultura européia destruiu as Civilizações Pré-Colombianas e já quase não há vestígio das línguas (a maioria foi extinta), assim como da sua medicina, das suas crenças e da sua engenharia que construiu Machu Picchu, as maiores pirâmides do mundo, os templos e as fortalezas, cortando a rocha com tanta perfeição sem o conhecimento do ferro e movendo-as sem a utilização da roda.

Da mesma forma, na Índia, após mil e tantos anos de dominação ariana, não restara vestígio algum da extinta Civilização Dravídica. O Yôga mais antigo? “Só podia ser ariano!” Descoberto o erro histórico há mais de cem anos, já era hora de os autores de livros sobre o assunto pararem de simplesmente repetir o que outros escreveram antes dessa descoberta e admitirem que existira, sim, um Yôga arcaico, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, que era muito mais completo, mais forte e mais autêntico, justamente por ser o original.

Livro Yôga a Sério, DeRose, DeRose Editora.

Ásana

Escrito em 15/1/2010

A magia do movimento
que enleva num apelo à beleza,
criando obras de arte corporal,
gerando esculturas viventes,
brotando umas das outras,
encadeadas por um sutil fio de continuidade
e de harmonia indescritível!

Assim como o escultor,
desbastando o bloco de pedra fria
faz surgir a obra prima que em seu interior jazia,
da mesma forma o yôgin se transfigura e deixa
aflorar obra e artista na execução coreográfica dessa
dança milenar

Isso é ásana!

Extraído do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.
Vivencie essa bela técnica: hoje, 20h15min, aula de aperfeiçoamento em flexibilidade.

Se você está lendo esse post através do facebook, conheça nosso blog clicando aqui.

Amigo Secreto dez/2009

Escrito em 15/1/2010

Fizemos em dez/09 o amigo secreto chinês, ou melhor, hindu!!!!
Muitas e muitas risadas.
Foi uma ótima oportunidade para os praticantes de horários diferentes se reencontrarem e os que não se conheciam, iniciarem assim uma amizade.
Clique nas fotos abaixo para ampliá-las e relembrar esses momentos que ficaram registrados nos nossos corações.

Estamos felizes

Escrito em 14/1/2010
O grupo de coreografia que aconteceu ontem foi um sucesso!
Tivemos boa participação de alunos, e pudemos conversar bastante sobre essa importante característica do nosso Método.
Também praticamos (é claro!), e todos os presentes mostraram-se muito criativos, executando belas passagens entre os ásanas.

Foto: Ushtrásana

Aprimore-se ainda mais: nessa sexta-feira, dia 15/01, haverá uma aula especial de treinamento de flexibilidade, ministrada pela instrutora Alessandra Fernandes. Participe!

Se você está lendo esse post através do facebook, conheça nosso blog clicando aqui.

Coreografia no Método DeRose

Escrito em 13/1/2010
Praticar uma coreografia é praticar várias técnicas de Yôga simultaneamente. É praticar ásana, com todas as suas características; mudrá – não só a forma como também todos os elementos que o compõe – , pránáyáma – repiração com captação de prána -, pújá, bandhas, manasika mantra, etc. É entrar em outro estado de consciência através da coreografia
Treinar ou ensaiar uma coreografia é um trabalho necessário ao aperfeiçoamento da técnica corporal, às correções e ao melhoramento da parte estética [...].”

(Anahí Flores, Coreografias do SwáSthya Yôga)

Venha conhecer mais sobre coreografia, aprenda como montar a sua, e vivencie essa técnica que é tão importante no Nosso Método. Dia 13/01, quarta-feira, às 20h15min.

Sat chakra dez/09

Escrito em 12/1/2010

No dia 16/dez ocorreu o nosso sat chakra de encerramento do ano.
Muitos alunos queridos compareceram.
Parabéns aos novos graduados.
Comemoramos os aniversários do mês.
Houve apresentação de coreografias lindíssimas.
Muita alegria, gente bonita e de bem com a vida, doces e salgados deliciosos. Enfim, foi um evento que ficará marcado no coração de cada um de nós.
Reveja as fotos abaixo, clique para ampliá-las.

Grupo de coreografia

Escrito em 11/1/2010

Estamos preparando novidades quentíssimas para o ano de 2010.

A primeira delas será o Grupo de Coreografia, que acontecerá já nesta quarta-feira, dia 13/01, em novo horário: às 20h15min.
Essa atividade de aperfeiçoamento será ministrada pelos instrutores Alexandre Kato, Alessandra Fernandes e Elimara Lima.
Contamos com a sua participação!
Para conhecer a força e a beleza da prática de coreografia, veja os vídeos dos demonstradores do Método DeRose, Arthur Costi e Melina Flores:

Vamos, criatura!

Escrito em 9/1/2010
O texto a seguir é de autoria do Mestre DeRose. Lembro que quando o li pela primeira vez, senti que ele havia sido escrito para mim, exatamente no momento em que estava vivendo na época. Ele serviu de impulso para que eu tomasse importantes decisões na minha vida, entre elas, a de tornar-me uma profissional que atua em prol da propagação desta Cultura maravilhosa.
Deixo esse texto como uma reflexão, para que nesse novo ano todos nós repensemos nossos velhos condicionamentos, para que possamos tornar-nos seres livres, verdadeiramente livres: capazes de modificar nosso futuro através das nossas ações, aqui e agora.

Vamos, criatura!

“Você já parou para pensar que suas ações são meros reflexos de um condiciona­mento social que a escraviza a um comportamento estereotipado, comportamento de re­banho que caminha para o matadouro, infeliz, mas resignado?
Já meditou no fato de que você não usa o seu livre arbítrio nem um pouco e que você pensa, fala, sente e age de acordo com aquilo que os outros esperam de você?
Onde está o ser inteligente que se distingue do resto dos animais pelo seu poder de volição e de decisão? Ele está manifestado em você? Vamos, sinceridade. Você faz o que quer ou, ao menos, atreve-se a pensar o que quer? Ou pensa aquilo que a família, a soci­edade, os amigos, as instituições querem que você pense?
Não, não pare de ler. Ou só vai ler as coisas amorosas que eu escrever? Enfrente pelo menos um pedaço de papel que lhe diz na cara que você não se assume. Que você tem sido tão influenciável pela opinião dos outros, que está se tornando uma pessoa sem vontade, sem personalidade.
Não estou zangado, não. Estou é tentando sacudir você tão bem que talvez consiga despertar. Afinal, você é inteligente e sabe a enorme variedade de doenças físicas e psí­quicas que advêm da frustração, da auto-mentira, da infelicidade crônica do dia-a-dia sem sentido, do stress causado pela rotina medíocre e mesquinha.
Você já achou o sentido da sua vida?
A vida é dinamismo, é movimento e não estagnação. Estagne-se pelo medo de agir e se deteriorará como as tantas esposas e mães que vivem frustradas e arrependidas por não se terem deixado arrebatar por uma grande causa… e hoje trazem no semblante os vincos indeléveis da infelicidade incurável, essa mesma infelicidade que não hesitam em oferecer como herança malsã às suas filhas para que vivam as mesmas pressões, mes­mas depressões, as mesmas conversas, as mesmas fofocas, a mesma impotência para um orgasmo pleno ou para uma opinião própria, as mesmas lamentações, as mesmas lágrimas…
Você tem um compromisso cósmico agora! Mas tem, também, a liberdade de não aceitá-lo. O karma lhe deu a liberdade de opção que constitui a chave mestra de um fardo chamado responsabilidade. Só que, ingrata, você recusa essa dádiva e se obstina em não querer assumir a responsabilidade da decisão.
Você se acomoda indolentemente na almofada fofa da inércia. Simplesmente por medo de enfrentar uma mudança.
Já parou para pensar na idade que tem? Não acha que já está na hora de ter um pouco mais de maturidade?
Vamos! Utilize uma pontinha de sinceridade e responda: essa é a vida que você queria? Ela a realiza? Você já pensou como é que vai ser o seu futuro se tudo continuar nessa covardia e nessa acomodação?
Vamos, Criatura! Aventure-se, corra o risco que a vida é isso. A vida vale a pena quando se tem uma boa causa pela qual se possa sorrir ou chorar, pela qual se possa vi­ver ou morrer.”

« Newer PostsOlder Posts »