Mantendo os jovens longe das drogas

Escrito em 8/12/2009

MANTENDO OS JOVENS LONGE DAS DROGAS

Se o meu trabalho e o de todas as instituições filiadas ao meu método não servisse para mais nada, se não proporcionasse nenhuma outra contribuição social, ele seria válido apenas pelo seu aspecto de manter milhares de jovens longe das drogas.

O grande sonho de todo pai ou mãe é ter a certeza de que seu filho ou filha está em boa companhia e não vai se envolver com drogas, nem sair para a balada conduzido(a) por um amigo alcoolizado na direção de um veículo assassino.

Durante um curso de SwáSthya Yôga, o jovem Vinicius Machado dirigiu-se a mim e fez uma declaração pública que comoveu os presentes:

– Professor. Quero lhe agradecer, porque você salvou a minha vida.
Respondi que ele também estava salvando a vida de muita gente, pois também era instrutor de SwáSthya. Mas Vini explicou:

– Não. Você salvou mesmo a minha vida. Eu tinha um amigo e costumava sair com ele para a night. A gente enchia a cara e saía por aí. Hoje, depois da aula, eu estou indo ao velório dele. Encheu a cara, bateu com o carro e morreu. Eu podia estar lá, mas estou aqui, vivo. Por isso, digo que você salvou a minha vida.

Os pais reconhecem isso. Há tempos um pai me perguntou como conseguimos o que ele nunca havia logrado: como conseguimos que a garotada se afaste das drogas, da bebida e até do fumo?
Na verdade, quem consegue isso é o ambiente saudável, é a boa companhia, são os demais jovens com quem o recém-chegado vai conviver. Ele vê aquela moçada bonita, corpos sarados, gente alegre e feliz. Ele quer participar daquela tribo. Mas para ser aceito pela galera tem que ser cara-limpa.

Fica-nos a sensação de confiança que recebemos dos pais e mães, e o sentimento de responsabilidade com que devemos corresponder àquele privilégio. Felizmente, cada vez mais pais e mães compreendem e apóiam seus filhos para que sigam a profissão que tiverem escolhido, ainda que seja a de músico, artista ou instrutor de Yôga!

Fonte: Livro Yôga a Sério, DeRose, DeRose Editora.

Fotos, fotos e mais fotos!

Escrito em 7/12/2009
Estamos muito felizes com a participação dos alunos nos eventos e nada melhor do que recordar esses momentos. Para isso, seguem as fotos dos nosso últimos eventos.

Para ver o álbum completo, clique na foto!

Curso Administração de Conflitos (Prof. Charles Maciel)

Amigo Secreto

Gourmet vegetariano

Sat chakra de Novembro

Aguardamos você nos próximos eventos!

Hilário!

Escrito em 6/12/2009

O amigo secreto chinês, carinhosamente rebatizado como amigo secreto hindú, rendeu muitas gargalhadas.
Contamos com a presença quase cinquenta pessoas, todas muito animadas, que trouxeram muitas comidinhas gostosas (a mesa estava farta!) e presentes que foram disputados até o último momento.
A torcida, liderada pela instrutora Sigrid Catanzaro, estava animadíssima. Após muitas negociações, trocas, treino do desapego, todos saíram felizes com o que ganharam.
Não tinha como não sair feliz após duas horas de muitas risadas!

Agradecemos a todos pela presença e pela animação. No próximo post, divulgaremos as fotos desse evento inesquecível!

Escala Evolutiva: Sádhaka

Escrito em 1/12/2009
Avançando na nossa compreensão sobre os degraus a se galgar na Escala Evolutiva do nosso Método, vamos falar um pouco hoje sobre o grau de sádhaka.
Sádhaka é um termo sânscrito* que significa praticante. Na nossa linhagem, os detentores desse grau caracterizam-se por portar a insígnia de cor amarela.
Esse grau ainda é considerado um estágio inicial, mas nesse ponto o aluno deixa de ser um aspirante e passa, efetivamente, a ser um portador dessa filosofia milenar, já com domínio mínimo de conhecimento técnico e filosófico.
Quando você estiver pronto para tornar-se um sádhaka, seu instrutor conversará com você, e a passagem de grau se dará em um sat chakra, o círculo de mentalização, que acontece pelo menos uma vez por mês em todas as escolas da rede.
Um dos requisitos para tornar-se um sádhaka é a leitura do livro “Quando é Preciso Ser Forte”, do Mestre DeRose, e posterior entrevista com seu instrutor ou diretor sobre essa leitura. Esse livro relata toda a trajetória do educador DeRose, desde sua infância, passando pela adolescência, até a sistematização do Yôga Pré-Clássico e todas as barreiras enfrentadas para a disseminação de seu trabalho. É, de fato, uma literatura básica para que o aspirante tenha condições de conhecer melhor aquilo que pratica, e todo caminho que o Mestre DeRose percorreu para manter a chama de seu ideal acesa, permitindo, assim, que essa Cultura chegasse até nós.
Se você ainda não possui a insígnia amarela, procure ler o livro indicado, e todos os outros que chamarem sua atenção. E, como Yôga é uma filosofia prática, pratique com dedicação, mantendo-se assíduo nas suas classes.
A evolução acontecerá naturalmente, a partir de seu interesse e empenho.

*Sânscrito é uma língua morta da Índia Antiga, que influenciou diversos idiomas orientais e ocidentais. A partir dela surgiu, por exemplo, o hindi; da mesma forma que do latim originou-se o português. É a língua que usamos nos termos técnicos do Yôga.

Sat chakra nov/2009

Escrito em 1/12/2009

Mais um sat chakra com muitos sorrisos e gente bonita.
Mentalizações eficientes, graduações, coreografias e festas dos aniversariantes do mês de nov/09.
Parabéns aos novos graduados: Marcelle, Fábio e Ana Paula.
Parabéns aos aniversariantes presentes e também aos que não puderam comparecer.
Veja abaixo as fotos desse delicioso dia:

Porque o Método DeRose é tão respeitado no exterior

Escrito em 1/12/2009

Consegui inverter o fluxo nas correntes da transmissão de conhecimento. Durante séculos, o Brasil só teve o privilégio de comprar cultura. Nunca o de transmiti-la.

Pois bem, a Universidade de Yôga foi a primeira entidade cultural brasileira a exportar cultura para a Europa, sistematicamente, durante décadas. Desde 1975 dou cursos em países europeus, os quais estão se intensificando cada vez mais. Graças à Uni-Yôga os brasileiros que viajam para o exterior experimentam um gostinho sem precedentes que é o de entrar falando português nos nossos afiliados na França, Inglaterra, Espanha, Alemanha, Itália, Bélgica, Estados Unidos…

Até então, sempre precisávamos falar inglês para ser atendidos lá fora.
Empresários brasileiros para fechar negócios com outros países sempre tiveram que falar inglês, mesmo para contratos assinados no Brasil! Um desrespeito inominável. No entanto, embora eu fale quatro línguas, sempre fiz negócios no exterior falando português. Minhas aulas, palestras e noites de autógrafos na Europa são realizadas em português, com tradução simultânea às vezes para seis línguas. Isso é inédito. Nós o devemos à Universidade de Yôga e não às outras áreas acadêmicas. Nem à Física, nem à Engenharia, nem à Arquitetura, nem ao Direito, nem à Medicina, e sim ao Yôga.

Quem domina o Jiu-jitsu no mundo não são os japoneses e sim os brasileiros. O melhor boxeador peso galo de todos os tempos foi o vegetariano brasileiro Éder Jofre. O mesmo ocorreu com o football, difundido pelos ingleses, mas que teve por pentacampeões mundiais nada menos que os habitantes da Terra de Santa Cruz. Os vencedores da Fórmula Um foram os brasileiros Emerson Fittipaldi e Airton Senna. E ninguém precisa ir à Índia para encontrar o melhor Yôga técnico do mundo, precisa, sim, ir ao Brasil, pois é onde ele está nos albores do Terceiro Milênio. Com exceção dos países que são nossos parceiros latino-americanos e merecem que eu fale em espanhol.

A curiosidade é: como o Brasil se tornou o berço dessa reviravolta e desse resgate histórico, muito bem representado pelo presente livro?
A resposta é simples. Na década de 70 do século passado eu introduzi o Yôga nas universidades federais, estaduais e católicas de muitos estados do nosso país como curso de extensão universitária para a formação de instrutores. Isso fez toda a diferença, já que os estudantes passaram a levar sua preparação muito mais a sério.

Antes, era o mesmo professor, a mesma matéria, os mesmos livros, mas ninguém se dedicava, nem estudava, nem acatava os testes mensais, nem fazia os trabalhos escritos. Depois que introduzi o Yôga nas universidades, continuava sendo o mesmo professor, a mesma matéria e os mesmos livros, mas então todos se dedicavam, estudavam, acatavam os testes mensais e faziam os trabalhos escritos. Qual a razão da mudança de atitude? Os alunos me respondiam candidamente: “Ah! Professor, agora é universidade, né?”

Os cursos de formação de instrutores de Yôga nos outros países não haviam entrado nas universidades como ocorreu no Brasil. Isso fez com que os nossos professores durante quase quarenta anos de gerações sucessivas se tornassem cada vez mais qualificados. A conseqüência foi um salto evolutivo que colocou os brasileiros entre os melhores profissionais da área no mundo; seguidos pelos portugueses e argentinos. Estamos mais de duzentos anos à frente da maior parte dos países autodenominados como “Primeiro Mundo”. Em quase todos eles a formação profissional se processa em um week-end. Ora, que qualidade pode ter um Yôga teacher que entrou como aluno no sábado e saiu como profissional na segunda-feira? Se não acredita, leia os anúncios dos mencionados cursos nas revistas do ramo publicadas no exterior.

Outro efeito colateral da boa formação dos nossos profissionais foi que no Brasil, nestes meus quase cinqüenta anos de luta pela regulamentação passamos a contar com uma infra-estrutura de exames, documentação, supervisão, ética, federações, confederação e Sindicato Nacional de Yôga como não existe em nenhum outro país.

Essa vitória ganha ainda maior relevância por sabermos que o bloco dos países mais ricos insiste em nos olhar de soslaio.

No entanto, modéstia às favas, com a Universidade de Yôga, com o Método DeRose, conseguimos reverter esse estado de coisas e o mundo aceita nos escutar e aprender conosco, porque detemos o melhor know-how de Yôga técnico do mundo. Não é vaidade. É orgulho sadio que quero compartilhar com você, estimado leitor, e com todos os brasileiros.

Quando comemorei o primeiro milhão de livros vendidos em vários países percebi que nosso trabalho estava tendo aceitação de uma relevante maioria.

Fonte: Livro Yôga a Sério, DeRose, DeRose Editora.

« Newer Posts