Meditação do mês de ago/09

Escrito em 30/7/2009

Yantra dhyána:

Pratique essa técnica de meditação ao acordar e ao deitar-se, durante um mínimo de cinco, uma média de 20 e um máximo de 30 minutos. Se estiver sem tempo, medite um minuto, mas não deixe de fazer sua técnica.

Sente-se em qualquer posição que seja firme e agradável, com as costas eretas e os olhos fechados, sem contrair o rosto. Consegue-se meditar mais facilmente se a fisionomia estiver descontraída e houver um leve ar de sorriso no semblante. Coloque as mãos em Shiva mudrá e aquiete-se interiormente.

Existem no SwáSthya Yôga vários tipos e graus de meditação.
Por exemplo:
1º grau – yantra dhyána;
2º grau – mantra dhyána;
3º grau – tantra dhyána, de natureza iniciática;
e outros.

Na prática desse mês, você experimentará o método denominado 1º grau, yantra dhyána:

Sente-se, feche os olhos, visualize um triangulo. Não deixe que seu pensamento se disperse. Mantenha a imagem do triângulo nítida e sem interferências, durante um minuto. No dia seguinte, dois minutos. Vá aumentando o tempo razão de um minuto por dia até chegar a 20 minutos.

Concentre-se.

Fonte: Tratado de Yôga (Yôga Shástra), DeRose, Ed. Nobel

Ásana do mês de ago/09

Escrito em 30/7/2009

Antes de praticar, conheça as regras gerais de execução dos ásanas:
Regras Gerais de Execução

Ásanas do mês:

êkapáda urdhwásana - Método DeRose

êkapáda urdhwásana

Fonte: Tratado de Yôga (Yôga Shástra), DeRose, Ed. Nobel

Mantra do mês de ago/09

Escrito em 30/7/2009

Mantra (do SwáSthya):

ÔM jay guru.
Srí guru.
ÔM jay.

O que é a Meditação

Escrito em 7/7/2009

O que é Meditação?

Meditação é uma palavra inconveniente para definir a prática chamada dhyána em sânscrito, já que essa técnica consiste em parar de pensar a fim de permitir que a consciência se expresse através de um canal mais sutil, que está acima da mente, mas o dicionário define meditar como pensar, refletir.

Na verdade, o termo dhyána pode ser usado tanto para designar o exercício de meditação, quanto o estado de consciência obtido com essa prática. Ela consiste em concentrar-se e não pensar em nada, não analisar o objeto da concentração, mas simplesmente pousar a mente nele até que ela se infiltre no objeto. “Quando o observador, o objeto observado e o ato da observação se fundem numa só coisa, isso é meditação”, dizem os Shástras. Portanto, o melhor termo em nossa língua para definir esse fenômeno é contemplação.

Por outro lado, não queremos alimentar o falso estereótipo popular de que os praticantes de Yôga sejam “contemplativos”. Assim sendo, essa palavra que melhor define dhyána torna-se inconveniente no momento atual.

Então, resta-nos uma outra designação. O estado de consciência que os britânicos do século XVIII arbitraram chamar de meditation é, na verdade, um tipo de intuição, ou seja, o mecanismo que possuímos para veicular a consciência, o qual está localizado acima do organismo mental. Intuição, todos já tivemos uma manifestação desse fenômeno, alguns mais outros menos. Trata-se de um canal que nos traz o conhecimento por via direta, sem a interferência do intelecto. Foi intuição aquele episódio familiar ou profissional no qual você sabia do fato, embora ninguém lhe tivesse dito, telefonado, escrito, telegrafado ou comunicado por meio racional algum. Simplesmente, você o sabia. Profissionalmente, academicamente, cientificamente, talvez você o tenha deixado passar por não dispor de um respaldo racional, uma documentação, uma pesquisa, uma bibliografia… No entanto, se tivesse lançado mão daquele conhecimento intuicional, teria passado frente da concorrência, teria feito uma grande descoberta científica muito além do seu tempo. Depois, bastaria procurar a documentação adequada, ou as estatísticas necessárias para fundamentar o que você já sabia – fundamentá-lo apenas para que os seus pares não pudessem questionar as suas fontes.

A intuição comum é como o flash de uma câmera fotográfica, só que não tem dimensão em termos de tempo. É um insight. Mas, sob treinamento, é possível desenvolver uma outra forma de intuição que se manifesta como o flash de uma filmadora, que acende e permanece aceso por um átimo. Chamamos a esse fenômeno intuição linear, quando conseguimos manter a intuição fluindo voluntariamente por um segundo inteiro – ou mais. Essa é a definição perfeita para o termo sânscrito dhyána.
Porém, não podemos usá-lo, já que ninguém saberia a que queríamos nos referir. Somos, portanto, obrigados a voltar para a opção inicial e utilizar mesmo o vocábulo meditação, pois, embora inexato, é aceito universalmente, inclusive na Índia.

Extraído do livro Tratado de Yôga, Mestre DeRose, Nobel

Kibe de Forno

Escrito em 1/7/2009

Kibe de forno
(receita da Heloiza Gabriolli)

Ingredientes:
Trigo para kibe
Cenoura
Batata
Pimentão
Cebola
Hortelã
Manteiga
Queijos diversos

Modo de Preparo:

• Deixar o trigo de molho com pouca água, até amolecer. Espremer o excesso de água.
• Colocar cenoura ralada, batata cozida amassada, pimentão cortado em tirinhas, cebola cortada em pedacinhos e várias folhinhas de hortelã. Manteiga para unir todos os ingredientes.
• Amassar 2 ou mais tipos de queijos (mussarela, parmesão ralado etc.).
• Colocar metade da massa em uma forma untada, colocar os queijos como recheio e por último outra camada de massa. Colocar para assar com uma folha de papel alumínio. Tirar o papel após 20 minutos.

Obs.: Se desejar congelar, após estar frio, embalar em papel alumínio e colocar no freezer.