Mantra do mês de mai/09
Escrito em 14/5/2009Mantra (do SwáSthya):
ÔM namah prêma dêva gurují.
Meditação do mês de mai/09
Escrito em 14/5/2009Yantra dhyána:
Pratique essa técnica de meditação ao acordar e ao deitar-se, durante um mínimo de cinco, uma média de 20 e um máximo de 30 minutos. Se estiver sem tempo, medite um minuto, mas não deixe de fazer sua técnica.
Sente-se em qualquer posição que seja firme e agradável, com as costas eretas e os olhos fechados, sem contrair o rosto. Consegue-se meditar mais facilmente se a fisionomia estiver descontraída e houver um leve ar de sorriso no semblante. Coloque as mãos em Shiva mudrá e aquiete-se interiormente.
Existem no SwáSthya Yôga vários tipos e graus de meditação.
Por exemplo:
1º grau – yantra dhyána;
2º grau – mantra dhyána;
3º grau – tantra dhyána, de natureza iniciática;
e outros.
Na prática desse mês, você experimentará o método denominado 1º grau, yantra dhyána:
Para tanto, com os olhos fechados, visualize um sol alaranjado brilhando entre as suas sobrancelhas.
Concentre-se.
Coreografias
Escrito em 14/5/2009Coreografias
Uma das características mais importantes do Swásthya Yôga é a aula ministrada pelo instrutor ao praticante em formato de coreografia. Os melhores instrutores de Swásthya Yôga, estruturam sua aula de maneira que o aluno vá executando passagens entre um exercício e outro, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar Swásthya Yôga assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializados.
Aqueles que realmente entenderam a mensagem do sistematizador, dão classes com o conteúdo, do início ao fim do sexto anga, em formato de coreografia. E, no final do anga ásana, ainda incentivam seus alunos para que improvisem uma coreografia propriamente dita, em regime de prática livre.
Se, eventualmente, alguém supuser que o Yôga antigo não possuía coreografias e que foi este autor que as introduziu, devemos corrigi-lo: o que fizemos foi resgatar uma estrutura antiga, que estava quase perdida.
O súrya namaskara é considerado um dos mais antigos conjuntos de exercícios físicos do Yôga, que remonta aos tempos em que o homem primitivo cultuava o Sol. Pois o súrya namaskara, saudação ao Sol, é o mais eloqüente exemplo da existência do que denominamos coreografia, no seio do Yôga ancestral.
O súrya namaskara é a única coreografia ainda existente no acervo que o Hatha Yôga herdou dos Yôgas pretéritos, uma vez que o Hatha é um Yôga moderno, surgido no século XI da era Cristã e perdeu quase toda a sua tradição iniciática.
Portanto, o que hoje chamamos coreografia, já existia e era uma forma de execução bem arcaica, só que atualmente é pouco conhecida por estar praticamente extinta.
Quanto a parecer dança, não nos esqueçamos de que o criador do Yôga, Shiva, era um dançarino e foi imortalizado na mitologia com o título de Natarája (rei dos bailarinos).
Artigo extraído do livro Tratado de Yôga, DeRose, Nobel.
A História do Yôga no Brasil
Escrito em 14/5/2009Quem introduziu o Yôga no Brasil
Quem inaugurou oficialmente a existência do Yôga no Brasil foi um francês chamado Léo Costet de Mascheville. Ele viajou por várias cidades fazendo conferências, fundou um grupo em Lages (SC) e um mosteiro em Resende (RJ). Era um líder natural e sua voz era suficiente para arrebatar corações e mentes. Com esse pioneiro aprenderam Yôga todos os instrutores da velha guarda. E quando dizemos velha guarda, estamos nos referindo aos que lecionavam na década de 1960, cuja maioria já partiu para os planos invisíveis.
Léo Costet de Mascheville enfrentou muitos obstáculos e incompreensões durante sua árdua caminhada. Enfim, esse é o preço que se paga pelo pioneirismo. Todos os precursores pagaram esse pesado tributo.
Ao considerar sua obra bem alicerçada e concluída, o Mestre recolheu-se para viver em paz seus últimos anos. Todos quantos o conheceram de perto guardam-lhe uma grande admiração e afeto.
Quem escreveu o primeiro livro de YÔGA
O general Caio Miranda publicou o primeiro livro de Yôga de autor brasileiro, intitulado A Libertação pelo Yôga, no ano de 1960, pela Editora Freitas Bastos, do Rio de Janeiro. Caio escreveu vários livros, fundou perto de vinte institutos de Yôga em diversas cidades e formou os primeiros instrutores de Yôga do Brasil. Assim como Léo Costet de Mascheville, Caio Miranda tinha forte carisma que não deixava ninguém ficar indiferente: ou o amavam e seguiam, ou o odiavam e perseguiam.
Na década de sessenta do século XX, desgostoso pelas incompreensões que sofrera, morreu com a enfermidade que ceifa todos aqueles que não utilizam pújá em suas aulas, pois essa técnica contribui para com a proteção do instrutor e os que não a aplicam ficam mais vulneráveis.
A partir da morte do Mestre Caio Miranda ocorreu um cisma. Antes, haviam-se unido todos contra ele, já que sozinhos não poderiam fazer frente ao seu conhecimento e ao seu carisma. Isso mantinha um equilíbrio de forças. De um lado, um forte e do outro, vários fracos…
Mas a partir do momento em que estava vago o trono, dividiram-se todos. Por essa razão, os nomes desses profissionais serão omitidos, pois não merecem ser citados nem lembrados. Pessoas que vivem falando de Deus e de tolerância, mas por trás semeiam a discórdia no seio do Yôga não merecem ser mencionadas. São exemplos de incoerência.
Quem realizou a obra mais expressiva
Em 1960 DeRose começou a lecionar numa conhecida sociedade filosófica. Em 1964 fundou o Instituto Brasileiro de Yôga. Em 1969 publicou o primeiro livro (Prontuário de Yôga Antigo), que foi elogiado pelo próprio Ravi Shankar, pela Mestra Chiang Sing e por outras autoridades. Em 1975, já consagrado como um educador sincero, encontrou o apoio para fundar a União Nacional de Yôga, a primeira entidade a congregar instrutores e escolas de todas as modalidades de Yôga, sem discriminação. Foi a União Nacional de Yôga que desencadeou o movimento de união, ética e respeito mútuo entre os profissionais dessa área de ensino. Desde então, a União cresceu muito e conta hoje com centenas de escolas, praticamente no Brasil todo, e ainda em outros países das Américas e Europa.
Em 1978 DeRose liderou a campanha pela criação e divulgação do Primeiro Projeto de Lei visando Regulamentação da Profissão de Professor de Yôga, o qual despertou viva movimentação e acalorados debates de Norte a Sul do país. A partir da década de setenta introduziu os Cursos de Extensão Universitária para a Formação de Instrutores de Yôga em praticamente todas as Universidades Federais, Estaduais e Católicas. Em 1980 começou a ministrar cursos na própria Índia e a lecionar para instrutores de Yôga na Europa. Em 1982 realizou o Primeiro Congresso Brasileiro de Yôga. Ainda em 82 lançou o primeiro livro voltado especialmente para a orientação de instrutores, o Guia do Instrutor de Yôga; e a primeira tradução do Yôga Sútra de Pátañjali, a mais importante obra do Yôga Clássico, já feita por professor de Yôga brasileiro. Desafortunadamente, quanto mais sobressaía, mais tornava-se alvo de uma perseguição impiedosa movida pelos concorrentes invejosos que sentiam-se prejudicados com a campanha de esclarecimento movida pelo Prof. DeRose. Em 1994, completando 20 anos de viagens Índia, fundou a Primeira Universidade de Yôga do Brasil e a Universidade Internacional de Yôga em Portugal. Em 1997 DeRose lançou os alicerces do Conselho Federal de Yôga e do Sindicato Nacional dos Profissionais de Yôga.
Comemorando 40 anos de magistério no ano 2000, recebeu em 2001 e 2002 o reconhecimento do título de Mestre em Yôga (não-acadêmico) e Notório Saber em Yôga pela FATEA – Faculdades Integradas Teresa d’Ávila (SP), pela Universidade Lusófona, de Lisboa (Portugal), pela Universidade do Porto (Portugal), pela Universidade de Cruz Alta (RS), pela Universidade Estácio de Sá (MG), pelas Faculdades Integradas Coração de Jesus (SP), pela Câmara Municipal de Curitiba (PR) e pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração, a qual também lhe conferiu uma Comenda.
Em 2003 recebeu outro certificado de Mestre em Yôga (não-acadêmico) e Notório Saber em Yôga pela Universidade Estácio de Sá (SC) e mais um título de Comendador, agora pela Academia Brasileira de Arte, Cultura e História.
Em 2004 recebeu o grau de Cavaleiro, pela Ordem dos Nobres Cavaleiros de São Paulo, reconhecida pelo Comando do Regimento de Cavalaria Nove de Julho, da Polícia Militar do Estado de São Paulo, e o Colar de José Bonifácio conferido pela Sociedade Brasileira de Heráldica e Medalhística.
Em 2005, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Ordem dos Parlamentares do Brasil, outro pela Câmara Brasileira de Cultura, outro pela Soberana Ordem D. Pedro I e outros por diversas entidades acadêmicas.
Em 2006, recebeu o Diploma do Mérito Histórico e Cultural no grau de Grande Oficial. Foi nomeado Conselheiro da Ordem dos Parlamentares do Brasil. No mesmo ano recebeu a Medalha Tiradentes pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e a Medalha da Paz, pela ONU Brasil.
Por lei estadual a data do aniversário do Mestre DeRose, 18 de fevereiro, foi instituída como o Dia do Yôga em dez estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás. E mais o Distrito Federal.
Atualmente, DeRose comemora 25 livros escritos, publicados em vários países e mais de um milhão de exemplares vendidos. Por sua postura avessa ao mercantilismo, conseguiu o que nenhum autor obtivera antes do seu editor: a autorização para permitir free download de 15 dos seus livros pela internet, bem como MP3, sem ônus, dos CDs de prática e disponibilizou dezenas de webclasses gratuitamente no sitewww.Uni-Yoga.org, site esse que não vende nada.
Todas essas coisas foram precedentes históricos. Isso fez de DeRose o mais citado e, sem dúvida, o mais importante Mestre de Yôga do Brasil, pela energia incansável com que tem divulgado o Yôga nos últimos quase 50 anos em livros, jornais, revistas, rádio, televisão, conferências, cursos, viagens e formação de novos instrutores. Formou mais de 5000 bons instrutores e ajudou a fundar milhares de centros de Yôga, associações profissionais, Federações, Confederações e Sindicatos de Yôga. Hoje tem sua obra expandida por Portugal, Argentina, Espanha, França, Itália, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Havaí, Indonésia, Estados Unidos etc.
Sempre exigiu muita disciplina e correção daqueles que trabalham com o seu método de Yôga Antigo, o SwáSthya Yôga, o que lhe valeu a reputação de perfeccionista, bem como muita oposição dos que sentiam-se incomodados com a relevância da sua obra.
De Rose defende categoricamente o Yôga Antigo, pré-clássico, pré-vêdico, Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, o qual sistematizou e denominou SwáSthya Yôga.
Exemplo de seriedade, tornou-se célebre pela corajosa autocrítica com que sempre denunciou as falhas do métier sem, todavia, faltar com a ética profissional e jamais atacando outros professores. Isso despertou um novo espírito, combativo e elegante, em todos aqueles que são de fato seus discípulos.
Comissão Editorial
Extraído do livro Tratado de Yôga, autor DeRose, Editora Nobel.
Torta Gostosa
Escrito em 11/5/2009Torta Gostosa
Ingredientes:
- 2 pacotes de pão de forma sem casca, picado
- 400g de mussarela ralada
- 300g de queijo prato ralado
- 1 pé de alface crespa ou lisa cortada em tirinhas (ou escarola, ou rúcula)
- 2 tomates maduros sem pele e sem sementes cortados em cubinhos
- 200g de maionese
- 1 lata de creme de leite com soro
- 200ml de leite
- 1 pitada de noz moscada
- Sal a gosto
- 150g de queijo parmesão ralado na hora misturado com 25g de farinha de rosca
- 1 tomate cortado em fatias
Preparando:
1) Numa tijela, misture muito bem o pão de forma sem casca picado com a mussarela ralada, o queijo prato ralado, a alface crespa ou lisa cortada em tirinhas (ou escarola, ou rúcula) e os tomates maduros sem pele e sem sementes, cortados em cubinhos.
2) Acrescente a maionese, o creme de leite com soro, o leite, a pitada de noz-moscada e sal a gosto e misture novamente até que todos os ingredientes estejam incorporados.
3) Transfira a mistura para um refratário (23cm x 20cm) untado e enfarinhado com farinha de rosca, polvilhe o queijo parmesão ralado na hora misturado com a farinha de rosca e decore com tomate cortado em fatias. Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC por 30 minutos. Sirva quente.
Bom apetite!!!

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