Método DeRose – Coreografia de SwáSthya Yôga de Márcio Rossetti

Escrito em 28/10/2008

Entrevista cedida pelo Mestre DeRose e Luciano Zsafir

Escrito em 28/10/2008

Mestre DeRose visita a Uni-Yôga Leblon/RJ, ministra curso e autografa a mais completa obra de Yôga já publicada, “Tratado de Yôga”.

Neste evento compareceram Luciano Zsafir e Cid Moreira.
Veja abaixo a entrevista que o Mestre DeRose e Luciano Zsafir concederam nessa noite de autógrafos:

Método DeRose – Coreografia de SwáSthya Yôga de Daniel Suassuna

Escrito em 20/10/2008

Entrada de Catupiry com alho

Escrito em 1/10/2008

Por Gislaine Zorzin

Ingredientes:

1 queijo Catupiry
1 cabeça de alho bem picadinha
Azeite extra virgem
Sal
Orégano
Pimenta do reino
Noz Moscada

Preparo:

Retire o queijo da embalagem plástica e coloque-o em uma vasilha funda e com diâmetro um pouco maior que o queijo, faça furos por todo o queijo e polvilhe sal, orégano, noz moscada e pimenta do reino, a gosto.

Divida o alho picado em duas partes iguais, uma parte (crua) distribua sobre o queijo e a outra frite em uma quantidade, bem generosa, de azeite, quando o alho estiver bem douradinho, vá despejando sobre o queijo bem lentamente todo o alho e azeite (que deverá estar fervendo), conforme for despejando o azeite, e o alho frito, sobre o alho cru, perceberá que o alho cru irá ficar bem branquinho (o azeite fervendo dará uma pré cozida no alho cru).

Após terminar cubra a vasilha e leve a geladeira, sirva com pão italiano, torradas, bolachinhas, etc.

Dica: Se conservá-lo, pronto, na geladeira de um dia para o outro, o sabor ficará melhor ainda !!!!

SwáSthya Yôga – o Ashtánga Sádhana

Escrito em 1/10/2008

O Ashtánga Sádhana
(aula descrita na grade de horarios como SwáSthya Yôga)

Uma das principais características do SwáSthya Yôga é o ashtánga sádhana. Ashtánga sádhana significa prática em oito partes (ashta = oito; anga = parte; sádhana = prática). Utilizamos diversos níveis desse programa óctuplo. O primeiro nível, para aqueles que já foram autorizados a ingressar no Yôga, é o ády ashtánga sádhana (ádi/ády = primeiro, fundamental), o qual é constituído pelas oito partes seguintes, nesta ordem:

1. mudrá
2. pújá
3. mantra
4. pránáyáma
5. kriyá
6. ásana
7. yôganidrá
8. samyama

Análise dos 8 angas:

1. Mudrá
É o gesto ou selo que, reflexologicamente, ajuda o praticante a conseguir um estado de receptividade superlativa. Mesmo os que não são sensitivos podem entrar em estados alfa e theta já nesta introdução.

2. Pújá (manasika pújá)
É a técnica que estabelece uma perfeita sintonia do sádhaka com o arquétipo desta linhagem. Com isso, seleciona um comprimento de onda adequado a esta modalidade de Yôga, conecta seu plug no compartimento certo do inconsciente coletivo e liga a corrente, estabelecendo uma perfeita troca de energias entre o discípulo e o Mestre.

3. Mantra (vaikharí mantra: kirtan e japa)
A vibração dos ultra-sons que acompanham o “vácuo” das vocalizações, neste caso do ády ashtánga sádhana, têm a finalidade de desesclerosar os canais para que o prána possa circular. Prána é o nome genérico da bio-energia. Somente depois dessa limpeza é que se pode fazer pránáyáma. O SwáSthya Yôga utiliza centenas de mantras: kirtan e japa; vaikharí e manasika; saguna e nirguna mantras.

4. Pránáyáma (swara pránáyáma)
São exercícios respiratórios que bombeiam o prána para que circule pelas nádís e vitalize todo o organismo. E também a fim de distribuí-lo entre os milhares de chakras que temos espalhados por todo o corpo. Bombear aquela energia por dutos obstruídos pelos detritos decorrentes de maus hábitos alimentares, secreções internas mal eliminadas e emoções intoxicantes, pode resultar inócuo ou até prejudicial. Por isso, antes do pránáyáma, procedemos prévia limpeza dos canais, na área energética.

5. Kriyá
São atividades de purificação das mucosas, que têm a finalidade de auxiliar a limpeza do organismo, agora no nível físico. Em se tratando de Yôga, só se deve proceder aos ásanas após o cuidado de limpar o corpo por meio dos kriyás.

6. Ásana
Esta é a parte mais conhecida e característica do Yôga para o público leigo. Não é ginástica e não tem nada a ver com Educação Física. São as técnicas orgânicas que produzem efeitos extraordinários para o corpo em termos de boa forma, flexibilidade, musculatura, equilíbrio de peso e saúde em geral. Para aproveitar ao máximo seu potencial, os ásanas devem ser precedidos pelos kriyás, pránáyámas, etc. Os efeitos dos ásanas começam a se manifestar a partir do yôganidrá.

7. Yôganidrá
É a descontração que auxilia o yôgin na assimilação e manifestação dos efeitos produzidos por todos os angas. A eles, soma os próprios efeitos de uma boa recuperação muscular e nervosa. Mas atenção: yôganidrá não tem nada a ver com o shavásana do Hatha Yôga. Shavásana, como o nome já diz, é apenas um ásana, uma posição, em que se relaxa, porém, não é a ciência do relaxamento em si. Essa ciência se chama yôganidrá e ela não consta do currículo do Hatha Yôga. Por isso muitos instrutores de Hatha Yôga censuram o uso de música ou de indução verbal do ministrante durante o relaxamento. O yôganidrá aplica não apenas a melhor posição para relaxar, como também a melhor inclinação em relação gravidade, o melhor tipo de som, de iluminação, de cor, de respiração, de perfume, de indução verbal, etc.

8. Samyama
Essa técnica compreende concentração, meditação e samádhi “ao mesmo tempo”, isto é, praticados juntos, em seqüência, numa só sentada (etimologicamente, samyama pode significar ir junto). Se o praticante vai fazer apenas concentração, chegar meditação ou atingir o samádhi, isso dependerá exclusivamente do seu adiantamento pessoal. Assim, também é correto denominar o oitavo anga de dhyána, que significa meditação. É uma forma menos pretensiosa.
Portanto, mesmo uma prática de SwáSthya Yôga considerada para iniciantes, como este conjunto de oito feixes de técnicas que acabamos de analisar e que constitui a fase inicial do nosso método, será bem avançada em comparação com qualquer outro tipo de Yôga, já se prevendo a possibilidade de atingir um sabíja samádhi.

Artigo extraído do livro Origens do Yôga antigo. Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019.

Sat Chakra

Escrito em 1/10/2008

Sat chakra

Sat chakra é uma modalidade de sat sanga em chakra, em círculo. Não confundir com termo shat chakra que significa “os seis chakras”. É também chamado de grupo de mentalização.

Sat chakra é um tipo de chakra sádhana, isto é, prática feita em círculo.

O sat chakra é um exercício em que os praticantes, em número mínimo de seis pessoas, sentam-se formando um círculo, no qual vão executar seis angas, a saber:

1. captação de energia, através de pránáyáma, bombeando a energia do ar para dentro do organismo e o prána para os chakras;

2. equalização da energia, através de mantra, realizando os mesmos mantras, ao mesmo tempo, no mesmo volume e no mesmo ritmo;

3. dinamização da energia, pelas palmas, ao atritar os 35 chakras que possuímos em cada mão;

4.circulação da energia, dando-se as mãos e fechando a corrente;

5. projeção da energia, por mentalização e/ou imposição de mãos;

6. filtro contra retorno kármico, através de mentalização específica.

Artigo extraído do livro Origens do Yôga antigo. Autor: DeRose, disponível em www.uni-yoga.org ou versão em papel disponível no telefone (11) 5093-2019.

O que é a prática para iniciantes

Escrito em 1/10/2008

O que é a prática para iniciantes

A turma para iniciantes é um desdobramento do SwáSthya heterodoxo que, todavia, conquistou identidade própria. Não deve ser confundido com Yôga. Por isso recomendamos que não seja mencionado em artigos sobre Yôga; e que o Yôga não seja citado em matérias a respeito dessa fase inicial. Definimos esta fase como sendo técnicas biológicas por excelência. O ser humano precisa exercitar-se para não deteriorar seu corpo, não se tornar disforme e não morrer mais cedo.

É o estágio preliminar, obrigatório antes do interessado ter acesso as práticas de SwáSthya propriamente dito. Deve permanecer nesta fase apenas um mês (ou, no máximo, três, a critério do seu instrutor), a menos que seu objetivo seja unicamente o de dedicar-se a técnicas biológicas e não queira de maneira nenhuma praticar o Yôga autêntico. Nesse caso, vai trabalhar exclusivamente o corpo, com efeitos imediatos, intensos e de larga duração. Desenvolve a flexibilidade, a vitalidade, o tônus muscular e a saúde como um todo. Tem uma proposta descomplicada, sem filosofia, sem compromissos, sem sânscrito.

Consiste em técnicas corporais sem cansaço baseados em movimentos conscientes, sem repetição, que atuam prioritariamente em três áreas:

1) Flexibilidade – esta compreende o alongamento muscular e a flexibilidade articular, pois o alongamento só atua no âmbito muscular; contudo, se queremos conquistar uma boa flexibilidade, precisamos aumentar o ângulo de amplitude das articulações.

2) Tônus muscular – visa ao aumento de força, a definição da musculatura e o enrijecimento dos tecidos, sem comprometer a flexibilidade.

3) Vitalidade – ao realizar um trabalho continuado e gradual que promove profundas mudanças na vascularização da massa muscular, reforçadas pelo aumento de oxigenação celular e a redução do stress, o resultado é uma sensação de bem estar, boa disposição, alegria de viver e incremento na saúde de todos os tecidos e órgãos do corpo.

A partir dessa terceira área, compreende-se o motivo pelo qual esta fase inicial tende a atuar em uma larga gama de efeitos corporais aos quais muita gente atribui conotações terapêuticas.
Não se trata de ginástica. A Educação Física e os esportes são muito bons dentro dos objetivos a que se propõem.

Algumas vezes somos procurados por interessados em praticar nossa técnica e, por uma questão de honestidade, reconhecendo que seus objetivos não serão alcançados com estas técnicas biológicas, orientamo-los para que experimentem natação, musculação, dança, artes marciais, etc. Tudo é válido, dependendo do que a pessoa precisa ou deseja. Da mesma forma, é comum que alguém venha as nossas Unidades procurando por Yôga, e esclarecermos que a fase de iniciantes satisfará melhor suas expectativas. Ou vice-versa.

Artigo extraído do livro Tratado de Yôga, DeRose, Ed. Nobel.